
É uma doença inflamatória crônica de natureza auto-imune, ou seja, o próprio corpo não se reconhece e ataca a articulação como se fosse um corpo estranho. Pode afetar várias articulações. A causa é desconhecida, acometendo as mulheres duas vezes mais do que os homens. Inicia-se geralmente entre os 30 a 40 anos e sua incidência aumenta com a idade. Está freqüentemente associada a outras doenças cardiovasculares, com elevada ocorrência de infarto e AVC (derrame).
Os sintomas mais comuns são “dor, edema, calor, vermelhidão” em qualquer articulação, sobretudo nas mãos e punhos e coluna cervical, acompanhados de rigidez matinal e fadiga. Com a progressão da doença, ocorre destruição da cartilagem articular, podendo desenvolver deformidades e incapacidade para realização de suas atividades diárias.
A fisioterapia aquática tem como papel principal que o paciente retorne a exercer suas atividades diárias, tomando partido do alívio proporcionado pelo efeito de flutuação, diminuindo a pressão sobre as articulações super sensíveis.
Através de exercícios com poucas repetições, damos mobilidade e proteção às articulações. A musculatura periarticular é fortalecida através de um programa evitando o excesso de movimento.
A fisioterapia aquática favorece uma melhor qualidade de vida relacionada à saúde, reduz sintomas de dor e rigidez matinal, além de promover uma boa qualidade de sono aos pacientes, devido ao relaxamento obtido através das sessões de fisioterapia aquática. A fisioterapia aquática vai além do tratamento de doenças especificas, trazendo benefícios psíquicos e neurológicos.





